Basta um pedacinho, um cadinho de mim, para voltar ao meu paraíso, ao meu lugar secreto. Às minhas linhas tortas e às minhas letras que insistem em flutuar.
Basta eu me avistar na esquina para correr para os meus braços e desfrutar dos abraços que um dia insisti em outro lugar, procurar.
Basta os meus olhos encontrarem o meu olhar para me despedir da dor e me deleitar na poesia que é ser eu.
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