Aprendi que as pessoas dão aquilo que são, não aquilo que elas têm.

Se sou doce, ofereço doçura; se sou amarga, ofereço amargura.

Mas aprendi também que, no fim, não é tão simples assim.

Existem pessoas que não conseguem perceber o quão amargas são e saem por aí ferindo o outro.

Então cabe a nós, ao final de tudo, entender que não precisamos aceitar nem devolver o amargor.

Mas seguir conscientes daquilo que somos, para continuar oferecendo doçura por onde passarmos.